ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL FAZ BEM PARA OS OLHOS E PREVINE DOENÇAS

A alimentação e a saúde possuem uma relação intrínseca. Uma dieta rica e bem dosada contribui para uma vida mais saudável, organismo equilibrado e maior disposição no dia a dia. Como partes fundamentais do corpo, os olhos seguem a mesma regra e podem ser beneficiados por uma série de nutrientes.
Alimentos que contêm vitaminas A, C e E, ômega 3, zinco, entre outros, devem fazer parte das refeições. A frequência, contudo, vai depender da substância e do tipo de deficiência que o indivíduo possui. “É importante ressaltar que, em determinadas condições, a quantidade de nutrientes necessários pode ser elevada. Nestes casos, é recomendado o uso de suplementação com comprimidos”, afirma Especialista.
Abaixo, uma lista dos principais nutrientes e de suas fontes alimentícias.
– Retinol ou Vitamina A – Trata-se do nutriente mais importante para a visão. É essencial no ciclo dos fotorreceptores, células da retina que possibilitam a visão. Sua deficiência no organismo pode levar à xeroftalmia (olho seco), redução da visão no escuro e, nos piores casos, à cegueira.
Onde encontrar: cenoura, abóbora, ovos, damasco e fígado.
– Carotenoides (Zeaxantina e Luteína) – São as substâncias responsáveis pelos tons entre amarelados e avermelhados na natureza. “Primos” da vitamina A, sua ausência aumenta o risco de DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade), doença que ocorre em uma parte da retina chamada mácula e que leva à perda progressiva da visão central.
Onde encontrar: milho, pequi, couve e na maioria dos vegetais amarelos, alaranjados, vermelhos e verdes.
– Ômega 3 – O aumento do consumo deste tipo de gordura pode ajudar nos sintomas de olhos seco e blefarite (inflamação da parte externa das pálpebras).
Onde encontrar: salmão, sardinha, atum, linhaça e chia.
– Vitaminas C e E – Sua ingestão também reduz o risco de DMRI.
Onde encontrar: limão, laranja, goiaba, brócolis (vitamina C); vegetais verde-escuros, castanhas, amêndoas, gema de ovo e fígado (vitamina E).
– Zinco – Mais uma substância que reduz o risco de DMRI.
Onde encontrar: carne de vaca, frango, peixes, feijão, grão-de-bico e castanhas.

Contudo, existem dietas que podem prejudicar a saúde dos olhos, sobretudo quando associadas à ingestão em exagero ou em pacientes com doenças prévias.
Segundo Especialistas, a retinopatia diabética é uma das principais causas de cegueira no mundo. O desenvolvimento da doença está intimamente ligado ao consumo de determinados alimentos. Para pessoas com diabetes, a ingestão de açúcares e carboidratos em grandes quantidades tende a gerar alterações retinianas que, em longo prazo, podem prejudicar a visão e até cegar.
O consumo de álcool em excesso também pode levar a problemas oftalmológicos, como a neuropatia tóxica, que ataca os nervos periféricos. A subnutrição, presente em muitos casos de alcoolismo, também aumenta o risco de doenças na retina. O abuso de bebidas alcóolicas durante a gravidez coloca em risco a formação dos olhos do bebê.
A ingestão exagerada de algumas vitaminas e suplementos também está relacionada ao aumento de patologias. Por isso, deve-se priorizar uma dieta sensata. Em caso de dúvidas ou de deficiência de nutrientes, a melhor solução é sempre conversar com um médico ou nutricionista.

QUANDO SUSPENDER O USO DAS LENTES DE CONTATO

Elas surgiram há mais de um século como uma alternativa corretiva, terapêutica e cosmética para os olhos. Colocadas sobre a córnea, as lentes de contato se modernizaram tanto ao longo dos anos que, atualmente, é quase impossível não encontrar uma lente ideal para cada paciente, considerando todas as suas particularidades.
Esses dispositivos estão tão avançados que muitos pacientes podem até mesmo não perceber um problema ocular durante seu uso. Isso acontece, especialmente, porque as lentes atuais são muito mais gelatinosas em relação aos modelos fabricados anteriormente. Como eram duras (ainda há as rígidas, porém, muito mais confortáveis), qualquer incômodo levava o paciente a suspender o uso e buscar ajuda médica.
Mesmo sem queixas específicas, todo e qualquer paciente usuário de lentes de contato é candidato a uma revisão de rotina, justamente porque o conforto promovido pelas lentes mais modernas, que praticamente camufla outros sinais, pode ocultar eventuais danos aos olhos. A recomendação geral é seguir à risca o que dizem o médico e o fabricante.

Ao menor sinal de qualquer incômodo – especialmente visão embaçada, irritação e dor, sensação de corpo estranho (como um cisco ou “areia” nos olhos), vermelhidão ou secreção, o usuário de lentes deve procurar um especialista — a investigação do médico oftalmologista vai indicar a melhor conduta terapêutica e, durante o tratamento, pode ser necessário que o paciente dê uma pausa no uso das lentes e passe a usar óculos de grau.
Até mesmo pacientes portadores de ceratocone, uma condição em que a córnea se projeta para fora em sentido de cone, e que provoca uma deformação progressiva dessa membrana, encontram no mercado lentes específicas e personalizadas (sempre rígidas) para cada caso. Em comparação aos óculos, elas, inclusive, constituem a melhor alternativa para corrigir a refração da imagem e melhorar a qualidade de vida desses pacientes. Tudo, é claro, dentro de uma abordagem bem individualizada.

Não basta contar apenas com as propriedades das lentes para garantir a saúde dos olhos. Todo usuário de lentes de contato deve manter uma rotina rigorosa de higienização com produtos específicos. As soluções utilizadas para a limpeza devem, de modo geral, ser usadas, no máximo, por três dias. Os usuários devem cuidar para não levar a mão aos olhos, não utilizar água corrente para a higienização das lentes e evitar o soro fisiológico, que não consegue tirar todos os resíduos.

Pessoas que usam lentes de contato coloridas para fins estéticos não estão livres da consulta com oftalmologista. Assim como para as lentes com finalidades terapêuticas, o uso deve ser extremamente bem indicado. A rotina de limpeza também deve ser tão disciplinada quanto.
O que praticamente todo paciente usuário de lentes de contato ouve de seu médico é: tirar para dormir é imprescindível. Uma vez que o uso prolongado favorece infecções que podem até mesmo levar à cegueira. Outros riscos são inflamação (ceratite), irritação, úlcera e o crescimento de novos vasos sanguíneos na córnea, uma condição chamada neovascularização, que representa uma tentativa do organismo em resolver uma contundente necessidade de oxigenação.

A característica que mais costuma diferenciar tipos de lentes de contato diz respeito ao tempo de uso. As lentes de contato de uso prolongado são as mais conhecidas. Descartáveis, algumas são feitas para durar 30 dias a partir da abertura do lacre da embalagem.
Um erro comum dos usuários é pensar que as lentes são feitas para ser usadas 30 vezes. Independentemente de quantas vezes elas forem usadas pelo paciente no período, sua validade é de um mês. Todavia, há lentes com tempo maior de vencimento e outras para utilização única. Não respeitar o prazo pode comprometer a passagem de oxigênio e a curvatura, além de favorecer o surgimento de depósitos de gordura, proteínas e debris, que aumentam o risco para infecções e hipoxemia da córnea (falta de oxigenação).
Em relação ao material de fabricação, as rígidas costumam ter maior durabilidade. Lentes gelatinosas e de materiais como silicone, por exemplo, fazem mais sucesso em função do conforto que oferecem, o que facilita a adaptação do usuário. Com a tecnologia em constante evolução, todos os modelos contam com boa capacidade de permeabilidade de oxigênio, que representa a capacidade que o material tem de deixar a córnea “respirar”. Com isso, as chances de complicações decorrentes do uso também são reduzidas.

Há no mercado lentes de contato de uso prolongado feitas para ser usadas por até sete dias seguidos, confeccionadas em silicone hidrogel. Alguns modelos podem chegar até mesmo a 30 dias de uso contínuo. Esse material permite uma passagem maior de oxigênio para o olho, embora todas as lentes bloqueiem certo fluxo.
Vale conversar com o especialista para definir se essas lentes são verdadeiramente úteis, se atendem o grau de tolerância do paciente para uso noturno e se tornam a pessoa, dentro de todos os requisitos, uma boa candidata ao uso (algumas doenças oculares podem se beneficiar desse tipo). De modo geral, até mesmo os usuários de lentes de uso prolongado recebem instruções para lembrar de retirá-las, quando possível, antes de dormir.

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ÓCULOS OU LENTES DE CONTATO, O QUE USAR PARA PILOTAR MOTO?

A vida do piloto que precisa de lentes corretivas para guiar uma moto exige mais cuidado e escolher o equipamento ideal é fundamental

Miopia, astigmatismo, hipermetropia. Independentemente de qual problema visual esteja presente na vida de alguém, isso provavelmente exige o uso de lentes corretivas. Para quem pilota motos, é um elemento que requer cuidados, especialmente ao adquirir um capacete. Nem todos os casos clínicos permitem o uso de lentes de contato, o que leva o piloto a utilizar óculos caso a habilitação indique o uso obrigatório de lentes corretivas.

Os capacetes permitem a utilização de qualquer tipo de armação?

A resposta é: não. Entretanto, há uma grande variedade de cascos no mercado que já saem de fábrica preparados para receber as armações – abertos, fechados e até os indicados para a pista. Quem usa lentes pode enfrentar o ressecamento devido ao fluxo de ar que vem por baixo do queixo. Para minimizar a passagem de ar por essa região, parte dos capacetes possui a bavete, parte de tecido que bloqueia o ar que entraria pelo queixo, reduzindo o nível de ruído e o ressecamento.

Os motociclistas que precisam corrigir a visão com lentes sempre têm um incômodo a ser resolvido. Qual a melhor opção do ponto de vista clínico: lentes de contato ou óculos? Óculos ou lentes de contato são boas opções, mas dependem sempre da melhor indicação para o usuário.

Lentes de contato ampliam o campo de visão e permitem melhor visão periférica, principalmente para pessoas que possuem altos graus, porém, o uso e adaptação das lentes de contato devem ser orientados pelo oftalmologista.

Algumas pessoas não conseguem utilizar lentes. No entanto, o capacete atrapalha o uso de óculos, seja pela falta de espaço ou questões referentes a reflexos ou embaçamento das lentes. Recomenda-se que os óculos devem ser anatômicos e ficar firmemente posicionados sem deixar marcas de pressão; observar os pontos de apoio no nariz e nas orelhas. Aros e hastes metálicas não são indicados, pois podem causar ferimentos em caso de acidentes. Verificar se as hastes são compatíveis com o capacete – para isso, é importante testar os óculos tendo o capacete em mãos. Faça movimentos com a cabeça para avaliar se os óculos permanecem no lugar. Existem modelos de óculos específicos para motociclismo, com almofadas em material flexível para maior proteção e conforto.

As lentes de plástico ou orgânicas são ideais por sua leveza e resistência a rachaduras. Podem receber tratamento antirreflexo, anti-embaçamento, proteção contra os raios ultravioleta; podem também receber filtro polarizado que filtra a luz dispersa e os reflexos de superfícies brilhantes, possibilitando mais proteção sob luz solar ofuscante, estrada molhada após chuva, e, aumentam a percepção de cores e contrastes.

Muita gente que usa óculos deixa a viseira do capacete aberta, alegando que os óculos protegem contra o vento. Esta atitude oferece riscos à visão, pois apenas os óculos não oferecem a proteção total, uma vez que partículas ou insetos podem atingir os olhos.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, constitui infração gravíssima pilotar motocicleta sem óculos de proteção e com a viseira aberta. Entende-se óculos de proteção, aquele que permite ao usuário a utilização simultânea de óculos corretivos ou de sol.

O ideal é que o motociclista converse com seu oftalmologista sobre as suas necessidades e melhores opções, que podem ser o uso de óculos, lentes de contato ou cirurgias refrativas – para eliminar a necessidade de correção óptica. O importante é que o motociclista tenha boa visão e segurança.

CUIDE BEM DOS SEUS OLHOS NESTE OUTONO

Com a chegada do Outono e as mudanças na temperatura, as doenças respiratórias e alergias oculares se agravam, afinal, o ar seco leva à secura da lágrima e da lubrificação dos olhos, por isso sua saúde ocular merecem um cuidado especial nessa época do ano.
Irritação, desconforto, coceira e sensibilidade para abrir os olhos, são sinais de que seus olhos pedem a avaliação de um oftalmologista.

Mas o que fazer para que este quadro não se instale? Como prevenir?
“Mesmo no outono as pessoas devem continuar usando os óculos de sol com lentes UVA e UVB, lavar os olhos com soro fisiológico e usar colírios lubrificantes prescritos pelo médico, pois alguns contém antibiótico ou corticoide e podem desencadear problemas como Glaucoma e Catarata.
Os sintomas da alergia ocular são muito parecidos com os percebidos em outros tipos de conjuntivite e o uso de colírios por conta própria podem piorar o quadro”, segundo oftalmologistas.

Algumas dicas importantes para a proteção dos olhos:

• Evitar o atrito das mãos com olhos, que pode provocar micro lesões na superfície ocular, facilitando a penetração de microorganismos ou agentes químicos;
• Usar óculos de sol com lentes de boa qualidade e com proteção ultravioleta, que evita a passagem dos raios de luz nocivos ao núcleo das células do olho humano;
• Evitar a exposição ao sol entre 10h e 15h. O calor atua como um forte vaso dilatador e a exposição prolongada pode causar desidratação e queimaduras, inclusive na pálpebra;
• Cuidado com produtos químicos que podem irritar a mucosa, como os protetores solares usados ao redor dos olhos;
• Manter a higiene, evitando o contato das mãos com os olhos, antes de lavá-las;
• Caso os olhos comecem a ressecar e/ou coçar, procure seu oftalmologista. Não faça compressas com soro fisiológico nem use colírios por conta própria;
• O uso de colírios deve ocorrer sempre após prescrição médica;
• Evite locais com ar condicionado sem manutenção adequada;
• Caso a “vista esteja cansada”, feche os olhos por alguns segundos e olhe para o horizonte – por cinco minutos a cada hora;
• Umidifique ambientes de sua casa;

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PRESBIOPIA! CUIDE DA SUA SAÚDE OCULAR!

Popularmente conhecida como vista cansada, a presbiopia é um problema progressivo de visão que normalmente atinge pessoas a partir dos 40 anos. Essa desordem decorre da perda progressiva da elasticidade do cristalino (lente natural do olho), dificultando a focalização correta de objetos próximos.

Pessoas acometidas pela presbiopia costumam sentir dores de cabeça e nos olhos, irritação e vermelhidão dos olhos e sensação de peso nas pálpebras, o que torna muito difícil a leitura de textos com letras muito pequenas e a execução de tarefas que exijam focalização de perto, como ver as horas num relógio, colocar linha numa agulha, etc. Essas pessoas, em geral, tendem a afastar os objetos dos olhos na tentativa de enxergá-los melhor.

Por ser um processo natural resultante do envelhecimento, a presbiopia não pode ser prevenida ou evitada. Entretanto, existem algumas medidas que pode retardar o surgimento do problema:

Procurar ler e fazer tarefas que exijam focalização em ambientes bem iluminadas, de preferência com luz branca;
Optar por ler textos impressos e não no computador, tablets ou em smartphones, pois a resolução das letras no papel é maior;
Evitar o uso contínuo de óculos de leitura, para que o cérebro não se acostume e continue a processar melhor as imagens;
Durante os trabalhos em frente à tela do computador, procurar fazer pausas (cada vez mais longas) e piscar várias vezes seguidas. Isso ajuda a lubrificar os olhos, evitando o ressecamento.
Substituir monitores antigos por modelos mais novos, que, em geral, já apresentam recurso antirreflexo e uma melhor definição de imagens.
Consultar um oftalmologista regularmente.

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A FEBRE AMARELA PODE AFETAR OS OLHOS?

Com o recente aumento dos casos de febre amarela silvestre que o Brasil vivencia, e a consequente corrida aos postos de vacinação, muitas dúvidas surgem sobre a doença e seus diversos efeitos no organismo. Uma questão comum levantada pelos pacientes é se o problema pode, de alguma forma, comprometer a visão.

Dr. Pedro Antonio Nogueira Filho, especialista em córnea e doenças oculares externas e chefe do pronto-socorro do hospital H.Olhos, explica. “Diretamente não. Entretanto, há relatos, raros, de que em alguns indivíduos foram observados quadros inflamatórios oculares como possível reação adversa após a vacinação contra a doença. Essas manifestações podem estar associadas às uveítes, caracterizadas pela inflamação da úvea (conjunto de estruturas formado pela íris, corpo ciliar e coróide); e vasculites, que se tratam da inflamação da parede dos vasos sanguíneos, podendo em ambos os casos levar à baixa da visão associada ao processo inflamatório.”

O médico ressalta que os pacientes com tais manifestações oftalmológicas pertencem possivelmente aos grupos com contraindicação à vacinação e cujos mecanismos normais de defesa contra as infecções estão enfraquecidos. “Como a vacina contém o vírus vivo atenuado, para estes indivíduos a necessidade da vacinação deve ser excluída ou autorizada caso a caso após avaliação por um especialista”, comenta.

Indivíduos com o sistema imunológico debilitado, como aqueles com doenças autoimunes, em tratamento com imunossupressores, com câncer e em tratamento ou não com quimioterapia/radioterapia, além de diabéticos, pessoas com HIV e que tem contagem de células CD4 menor que 350, os portadores de alergia grave ao ovo e mulheres amamentando crianças menores de 6 meses de idade podem ter reações adversas com a vacina, inclusive nos olhos.

“Destaque também para pessoas que estão se recuperando de cirurgias, tais como os transplantes de órgãos que necessitam de imunossupressão, condição que leva a uma redução da capacidade de resposta imunológica do organismo. Na área oftalmológica, os pacientes submetidos previamente a transplante de córnea estão aptos para a vacinação, exceto os que se encontram em imunossupressão sistêmica. Em caso de dúvida, é fundamental se consultar com um médico antes da imunização e ter ciência se você se encaixa em um grupo de pessoas para o qual não é indicada a proteção contra a febre amarela”, diz o Dr. Pedro Antonio.

No site do Ministério da Saúde é possível encontrar orientações e quem pode ou não receber a vacina: http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/febre-amarela

Mas e os olhos amarelados?

Um dos sintomas avançados da febre amarela é a icterícia. “O problema é decorrente de um processo inflamatório do fígado. Isso leva a um aumento na produção das enzimas hepáticas que, em concentrações elevadas, por um excesso de bilirrubina que se armazena nos tecidos, torna-se evidente uma coloração amarelada e que ganha destaque na parte branca dos olhos, por ser uma região mais clara que a pele. Porém, não afeta a visão”, esclarece o médico.

A febre amarela atual é apenas silvestre

O vírus que causa a febre amarela, urbana ou silvestre, é exatamente o mesmo. A febre amarela silvestre é transmitida por mosquitos (Haemagogus e Sabethes) que habitam matas e a beira dos rios. A febre amarela urbana não existe no Brasil desde 1942 e a diferença é que ocorre quando um mosquito que existe nas cidades, o Aedes aegypti, pica uma pessoa doente e depois pica outra pessoa susceptível, transmitindo a febre amarela.

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EXCESSO DE TEMPO EM FRENTE A TELA DOBRA OS PROBLEMAS DE VISÃO

Uma pesquisa do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) mostra que o número de crianças que usam óculos de grau dobrou nos últimos dez anos, passando de 10% para 20%. Dessas, quatro em cada dez apresentam problemas de miopia, ou seja, há dificuldade para se enxergar com nitidez tudo o que não esteja próximo. O estudo foi realizado com 583 jovens.

Fique de olho no tempo em que seus filhos passam em frente as telas, e faça exames oftalmológicos de rotina!

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Intolerância às lentes de contato tem solução?

Muitas pessoas usam lentes de contato nos olhos há alguns anos e de repente, da noite para o dia, as lentes causam alergia.

Leia mais – http://www.opovo.com.br/jornal/colunas/belezaesaude/2017/03/intolerancia-as-lentes-de-contato-tem-solucao.html

Olhos cansados: por que esse problema é cada vez mais frequente?

Uso intenso de dispositivos digitais, como celulares e computadores, tem causado fenômeno chamado astenopia ocupacional.

Link – http://exame.abril.com.br/saude/olhos-cansados-por-que-esse-problema-e-cada-vez-mais-frequente/

Realidade Virtual e lentes de contato inteligentes: futuro ou realidade?

Ainda acredito que veremos a utilização das lentes inteligentes como algo natural e o uso da Realidade Aumentada será como uma extensão do nosso próprio corpo…