PRESBIOPIA! CUIDE DA SUA SAÚDE OCULAR!

Popularmente conhecida como vista cansada, a presbiopia é um problema progressivo de visão que normalmente atinge pessoas a partir dos 40 anos. Essa desordem decorre da perda progressiva da elasticidade do cristalino (lente natural do olho), dificultando a focalização correta de objetos próximos.

Pessoas acometidas pela presbiopia costumam sentir dores de cabeça e nos olhos, irritação e vermelhidão dos olhos e sensação de peso nas pálpebras, o que torna muito difícil a leitura de textos com letras muito pequenas e a execução de tarefas que exijam focalização de perto, como ver as horas num relógio, colocar linha numa agulha, etc. Essas pessoas, em geral, tendem a afastar os objetos dos olhos na tentativa de enxergá-los melhor.

Por ser um processo natural resultante do envelhecimento, a presbiopia não pode ser prevenida ou evitada. Entretanto, existem algumas medidas que pode retardar o surgimento do problema:

Procurar ler e fazer tarefas que exijam focalização em ambientes bem iluminadas, de preferência com luz branca;
Optar por ler textos impressos e não no computador, tablets ou em smartphones, pois a resolução das letras no papel é maior;
Evitar o uso contínuo de óculos de leitura, para que o cérebro não se acostume e continue a processar melhor as imagens;
Durante os trabalhos em frente à tela do computador, procurar fazer pausas (cada vez mais longas) e piscar várias vezes seguidas. Isso ajuda a lubrificar os olhos, evitando o ressecamento.
Substituir monitores antigos por modelos mais novos, que, em geral, já apresentam recurso antirreflexo e uma melhor definição de imagens.
Consultar um oftalmologista regularmente.

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A FEBRE AMARELA PODE AFETAR OS OLHOS?

Com o recente aumento dos casos de febre amarela silvestre que o Brasil vivencia, e a consequente corrida aos postos de vacinação, muitas dúvidas surgem sobre a doença e seus diversos efeitos no organismo. Uma questão comum levantada pelos pacientes é se o problema pode, de alguma forma, comprometer a visão.

Dr. Pedro Antonio Nogueira Filho, especialista em córnea e doenças oculares externas e chefe do pronto-socorro do hospital H.Olhos, explica. “Diretamente não. Entretanto, há relatos, raros, de que em alguns indivíduos foram observados quadros inflamatórios oculares como possível reação adversa após a vacinação contra a doença. Essas manifestações podem estar associadas às uveítes, caracterizadas pela inflamação da úvea (conjunto de estruturas formado pela íris, corpo ciliar e coróide); e vasculites, que se tratam da inflamação da parede dos vasos sanguíneos, podendo em ambos os casos levar à baixa da visão associada ao processo inflamatório.”

O médico ressalta que os pacientes com tais manifestações oftalmológicas pertencem possivelmente aos grupos com contraindicação à vacinação e cujos mecanismos normais de defesa contra as infecções estão enfraquecidos. “Como a vacina contém o vírus vivo atenuado, para estes indivíduos a necessidade da vacinação deve ser excluída ou autorizada caso a caso após avaliação por um especialista”, comenta.

Indivíduos com o sistema imunológico debilitado, como aqueles com doenças autoimunes, em tratamento com imunossupressores, com câncer e em tratamento ou não com quimioterapia/radioterapia, além de diabéticos, pessoas com HIV e que tem contagem de células CD4 menor que 350, os portadores de alergia grave ao ovo e mulheres amamentando crianças menores de 6 meses de idade podem ter reações adversas com a vacina, inclusive nos olhos.

“Destaque também para pessoas que estão se recuperando de cirurgias, tais como os transplantes de órgãos que necessitam de imunossupressão, condição que leva a uma redução da capacidade de resposta imunológica do organismo. Na área oftalmológica, os pacientes submetidos previamente a transplante de córnea estão aptos para a vacinação, exceto os que se encontram em imunossupressão sistêmica. Em caso de dúvida, é fundamental se consultar com um médico antes da imunização e ter ciência se você se encaixa em um grupo de pessoas para o qual não é indicada a proteção contra a febre amarela”, diz o Dr. Pedro Antonio.

No site do Ministério da Saúde é possível encontrar orientações e quem pode ou não receber a vacina: http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/febre-amarela

Mas e os olhos amarelados?

Um dos sintomas avançados da febre amarela é a icterícia. “O problema é decorrente de um processo inflamatório do fígado. Isso leva a um aumento na produção das enzimas hepáticas que, em concentrações elevadas, por um excesso de bilirrubina que se armazena nos tecidos, torna-se evidente uma coloração amarelada e que ganha destaque na parte branca dos olhos, por ser uma região mais clara que a pele. Porém, não afeta a visão”, esclarece o médico.

A febre amarela atual é apenas silvestre

O vírus que causa a febre amarela, urbana ou silvestre, é exatamente o mesmo. A febre amarela silvestre é transmitida por mosquitos (Haemagogus e Sabethes) que habitam matas e a beira dos rios. A febre amarela urbana não existe no Brasil desde 1942 e a diferença é que ocorre quando um mosquito que existe nas cidades, o Aedes aegypti, pica uma pessoa doente e depois pica outra pessoa susceptível, transmitindo a febre amarela.

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EXCESSO DE TEMPO EM FRENTE A TELA DOBRA OS PROBLEMAS DE VISÃO

Uma pesquisa do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) mostra que o número de crianças que usam óculos de grau dobrou nos últimos dez anos, passando de 10% para 20%. Dessas, quatro em cada dez apresentam problemas de miopia, ou seja, há dificuldade para se enxergar com nitidez tudo o que não esteja próximo. O estudo foi realizado com 583 jovens.

Fique de olho no tempo em que seus filhos passam em frente as telas, e faça exames oftalmológicos de rotina!

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